“— Estou furiosa! — berrei
As mãos dele deslizaram pelo meu pescoço, escaldantes. Ele apertou suavemente os polegares contra minha garganta e jogou minha cabeça para trás. Senti seus lábios pressionando os meus com tanta força que conseguiu silenciar qualquer xingamento que estivesse prestes a sair. As mãos dele desceram até meus ombros, escorregaram pelos meus braços e se detiveram no final das minhas costas. Pequenos calafrios de pânico e de prazer me atravessaram. Ele tentou me apertar conta si, mas eu mordi seus lábios.
Ele lambeu o lábios com a ponta da língua.
— Você me mordeu?
— Isso tudo é uma brincadeira pra você? — perguntei.
Passou novamente a língua nos lábios.
— Nem tudo.
— O que não é?
— Você.
“… Amar dói tanto que você fica humilde e olha de verdade para o mundo, mas ao mesmo tempo fica gigante e sente a dor da humanidade inteira. Amar dói tanto que não dói mais, como toda dor que de tão insuportável produz anestesia própria.

(Source: g-uys, via inspira-se)

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(via prettylittleliars-bitches)